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01/07/2024 às 23h00min - Atualizada em 02/07/2024 às 00h03min

Historiadores e familiares buscam reconhecimento de feitos de pracinhas da FEB, enviados à guerra há 80 anos

Expedicionários que lutaram contra nazifascismo foram recebidos com festa na volta, mas readaptação difícil à rotina e até associação com o golpe de 1964 desgastaram imagem

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Foi sem alarde e praticamente em segredo que em 2 de julho de 1944 o governo brasileiro enviou os primeiros soldados e oficiais rumo à Itália para lutar contra o nazifascismo durante a Segunda Guerra Mundial. O início da missão completa 80 anos nesta terça-feira (2), mas historiadores e familiares ainda buscam reconhecimento da sociedade sobre os feitos dos chamados pracinhas da FEB (Força Expedicionária Brasileira).



O Brasil foi o único país da América do Sul a mandar soldados para o campo de batalha -o México enviou alguns por via aérea. Dos cerca de 25 mil pracinhas que foram para a Itália, em torno de 90% eram civis da reserva. Ou seja, foram convocados por telegrama. Largaram seus empregos, suas vidas comuns e partiram sem a certeza de voltar. E muitos realmente não voltaram: 451 morreram em confrontos.
Leia mais (07/01/2024 - 23h00)

Folha de São Paulo



Fonte: https://redir.folha.com.br/redir/online/mundo/rss091/*https://www1.folha.uol.com.br/mundo/2024/07/historiadores-e-familiares-buscam-reconhecimento-de-feitos-de-pracinhas-da-feb-enviados-a-guerra-ha-80-anos.shtml
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